Fazendo Arte

Fazendo Arte

6 de jul de 2010

Filhos - Poema Enjoadinho

Meus tesouros: Priscilla, Thaynara e Luiz Alberto

Filhos - Vinícius de Morais

Filhos...Filhos?



Melhor não tê-los!

Mas se não os temos

Como sabê-lo?

Se não os temos

Que de consulta

Quanto silêncio

Como o queremos!

Banho de mar

Diz que é um porrete...

Cônjuge voa

Transpõe o espaço

Engole água

Fica salgada

Se iodifica

Depois, que boa

Que morenaço

Que a esposa fica!

Resultado: filho.

E então começa

A aporrinhação:

Cocô está branco

Cocô está preto

Bebe amoníaco

Comeu botão.

Filho? Filhos

Melhor não tê-los

Noites de insônia

Cãs prematuras

Prantos convulsos

Meu Deus, salvai-o!

Filhos são o demo

Melhor não tê-los...

Mas se não os temos

Como sabê-los?

Como saber

Que macieza

Nos seus cabelos

Que cheiro morno

Na sua carne

Que gosto doce

Na sua boca!

Chupam gilete

Bebem xampu

Ateiam fogo

No quarteirão

Porém, que coisa

Que coisa louca

Que coisa linda

Que os filhos são!

Retirado do site: Aqui







3 de jul de 2010

Coisas de Mulher... que irritam os Homens!!

Coisas de mulher que irritam os homens!


Não há volta a dar, os homens são loucos pelas mulheres, que consideram fascinantes, misteriosas, lindas e companheiras para a vida! No entanto, no meio de toda esta perfeição, existem várias coisas que as mulheres adoram e que enlouquecem (não dessa maneira!) os homens. Se há uma lista das “manias” femininas que irritam o sexo masculino, é esta!




Compras e mais compras

Deixa-os verdadeiramente doidos. Não conseguem perceber por que motivo vamos para as lojas se não tencionamos comprar nada e ainda estão para descobrir como é possível passarmos horas enfiadas num centro comercial…todas as semanas! Também não perceberam que a busca por um par de sandálias perfeita e um vestido de arrasar é feita a pensar neles (claro que já não tem espaço para nada disso uma vez que o seu armário está a arrebentar pelas costuras, mas quem é que está preocupada?). Afinal queremos ou não queremos estar sempre belas aos olhos dos nossos homens? Se ver montras é o equivalente a assistir a um Benfica-Porto, então deixe-o em frente à televisão com a rapaziada e junte as amigas para mais uma divertida sessão de shopping. De certeza que ambos irão divertir-se muito mais… para não falar das saudades!



Falar sem parar

Sim. Sabe perfeitamente que é verdade. Temos sempre algo a dizer sobre tudo e alguma coisa. E esse tudo e mais alguma coisa é sempre um pretexto para conversar. A seguir às compras (!), aquilo que mais gostamos de fazer é conversar sobre o nosso dia, os nossos sonhos, planos para o futuro, os nossos sentimentos e sobre a vizinha que chegou a casa às cinco da manhã a cantar Madonna a plenos pulmões. A capacidade de atenção dos homens é muito reduzida, o que quer dizer que enquanto nós tagarelamos como se não houvesse amanhã, eles interrompem a emissão e passam apenas a escutar uma interferência tão chata como o zumbido das moscas. Nós devoramos os detalhes, eles esquecem-se sempre dessa parte. Parece que faz parte da guerra dos sexos! Não canse os ouvidos do pobre rapaz, mas mantenha a sua atenção em si com palavras que ele quer realmente ouvir!



Sensibilidade e bom senso

Somos umas mártires e ninguém reconhece o esforço que fazemos diariamente para ser mulheres lindas e inteligentes, capazes de fazer uma apresentação “xpto” à administração às cinco da tarde e ter um bacalhau com natas em cima da mesa às nove em ponto… não é verdade? Nós fazemos questão de lhes lembrar isso todos os dias, lamentações que servem de chama de ignição para discussões surreais e completamente desnecessárias. Da próxima vez que lhe apetecer partir a loiça toda pense nas verdadeiras ladies – Emma Thompson e Kate Winslet – do filme “Sensibilidade & Bom Senso”. Ah, mais uma coisa: eles reconhecem, só não o admitem publicamente!



Eterna insatisfação

Nós somos como os semáforos – mudamos de cor e de ideia quase de minuto em minuto! Se de manhã estamos de amarelo, com os nossos olhos entreabertos a emitir sinais de “cuidado, não vás por aí”; de tarde o mundo está verde, a vida é bela e prego a fundo; só para com o vermelho da noite, parar tudo e todos com uma má disposição, infelizmente contagiante. E amanhã começa tudo de novo. É verdade, somos inconstantes, insatisfeitas, demoramos uma eternidade a decidir a mais pequena das coisas e não, não somos perfeitas! E a culpa de quem é? Das hormonas, claro! Se até nós nos cansamos da nossa própria má disposição, imaginem eles. O auto-controle é tudo e os homens adoram uma mulher que sabe exactamente o que quer…



Ciúmes e controle cerrado

No que toca a operar o painel de controlo masculino, somos piores do que as nossas mães e professoras da 1ª classe juntas! Se for para revirar bolsos de calças e camisas antes de as enfiar na máquina de lavar ou para ler todas as mensagens do seu telemóvel enquanto ele faz a barba, ninguém nos bate, qual OO7! Quanto aos ciúmes, fomos nós quem ensinamos à Glenn Close tudo o que ela sabe e que de forma muito assustadora transportou para o filme “Atracção Fatal” ao tornar-se stalker do Michael Douglas. Se fossem eles a fazer isso connosco, fugíamos a sete pés! Está tudo dito. Pssst, mulheres assim existem aos pontapés, seja a excepção à regra, eles veneram mulheres independentes e confiantes…



WC quitado

Qualquer homem perde-se numa casa de banho com rios de cremes, montanhas de maquilhagem, oceanos de perfumes e campos e campos de produtos para o corpo e cabelo. Aliás, bem vistas as coisas, é um pesadelo para estes seres que afirmam precisar apenas da escova de dentes e um sabonete para estarem sempre bem! Em vez de perder o seu tempo e latim a explicar-lhe que uma mulher precisa de tudo o que puder encontrar para garantir a sua beleza eterna, compre-lhe alguns miminhos especificamente masculinos e mostre-lhe o porquê de um WC com todos os extras…



Hora da novela

Obrigar um macho latino a ver um episódio (ou até 5 minutos apenas) da telenovela da noite é como fazer-lhe a depilação a cera quente – insuportável! Há muito tempo que eles afirmam que, tirando as beldades brasileiras, não há nada de remotamente realista nesses programas e só o facto de termos hora marcada com o pessoal da Globo todos os serões bem, isso é traição. Qualquer semelhança com a obsessão do sexo masculino por futebol é pura coincidência. Pois.



Lágrimas no canto do olho

Se fosse por nós, não havia, definitivamente, falta de água neste mundo, porque, quando é para chorar, contem conosco! É ou não é? Meninas, acordem! A maior parte dos homens não sabe o que fazer quando confrontados com uma mulher que acaba de abrir as comportas da sua barragem pessoal. Não dá para afogar, mas os nossos meninos ficam, e citando as nossas amigas brasileiras, “sem jeito, né”! Ora, aflitos, chateados e sem saber o que fazer… o que é a pior coisa que pode acontecer? Metem o pé na argola claro! E lá vai mais um pacote de lenços!



Chantagem sexual

Depois da chantagem emocional, vem a chantagem sexual. Qual a pior? Venha o diabo e escolha. E o diabo que escolha as duas, porque estas são das piores jogadas que uma mulher pode tirar da cartola… sim vocês sabem quem são! Chantagem sexual é partir o coração de um homem, despedaçar-lhes a alma e pôr-lhe os nervos à flor da pele, entre outras coisas. E para quê? O segredo de uma relação saudável também passa por este campo: o sexo quer-se em quantidade e, já que estamos a pedir, com muita qualidade também! Por isso, cuidado debaixo dos lençóis… o pior é se o feitiço se vira contra o feiticeiro e quem fica a perder somos nós!


23 de jun de 2010

Separação Tardia

Separação tardia: o fim do casamento na maturidade

Como casais maduros estão terminando uniões de longa data e recomeçando a vida

   Juntos há 40 anos, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, e sua mulher, Mary Elizabeth Tipper Gore, estão se separando. O casal disse aos amigos que o fim do casamento foi de comum acordo e que eles estavam “crescendo separados”.
   A decisão surpreendeu não só pelo tempo de união, mas porque eles eram um ícone de relacionamento estável e feliz na política - chegaram a servir de contraponto na ocasião do caso extraconjugal entre o presidente Bill Clinton e sua estagiária Monica Lewinsk.
  Gore e Tipper representam uma nova geração de casais que está se separando depois de relações longas e em um momento de vida mais maduro. 
  “Esses casos estão aumentando. Era uma situação impensada no passado”, diz Magdalena Ramos, terapeuta de casais e família e professora do curso de psicologia da PUC/SP. “O motivo principal é que as pessoas não estão querendo mais tolerar situações pesadas e incômodas”, completa.
  
   Já não é de hoje que o peso social do divórcio vem diminuindo. Soma-se a isso o aumento da qualidade e expectativa de vida, que no Brasil passou de 69,6 anos para 72,8 de 1998 a 2008, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso torna possível explorar o futuro de forma plena após o fim de um casamento longo.
   Livres dos laços do relacionamento há mais espaço para explorar vontades individuais. Segundo Magdalena, para alguns casais os interesses podem ficar acirrados depois de muito tempo juntos. “Um gosta de viajar e sair e o outro quer ficar introspectivo em casa, por exemplo. Se o marido antes se esforçava para acompanhar a mulher nas atividades agora pode não querer mais. Aí vão perdendo os benefícios da relação”, explica.

Sem de bodas de ouro

   Nancy Maria Garroux, 67, também estava casada há 40 anos quando se separou, há sete anos. Ela descobriu uma traição do marido e não aceitou m mais viver com ele. “Sempre o tratei muito bem. Quando soube que ele tinha outra foi um baque, mas tomei vergonha na cara, tive amor próprio e mandei ir embora de uma vez”.

Foto: Acervo pessoal

    Nancy Garrou, 67 anos:"Estou vivendo o melhor tempo da minha vida"


   Diferente do caso de Gore, o processo da família Garroux não foi amigável e se arrastou por anos na justiça. “Ele pensou que eu não ia fazer isso nunca”, diz Nancy. “Achou que eu estava muito bem e tentou tirar as coisas de mim: o carro, a casa e até a pensão”.
   Uma coisa é saber que a decisão certa foi tomada. Retomar a vida sozinha é outra história. “Precisei de muita força de vontade, pensar no que eu passei de ruim e o que tinha de bom pela frente”, conta Nancy, mãe de quatro filhos - que ficaram do seu lado durante a separação. Os netos também deram uma força: ela passou a última semana hospedada na república da neta, no Paraná, mimando ela e as colegas de faculdade.
   De maneira geral, em uma separação tardia o homem envereda mais pela procura de uma nova parceira mais jovem enquanto as mulheres focam na idéia de viver com mais tranqüilidade, avalia a psicóloga Magdalena. “Eles têm uma ilusão de conquista e possibilidades, e a mulher tem a ideia que vai viver mais em paz e fazer o que quer, principalmente se o marido demandava muito”, diz.
   Viajar está entre as novas atividades atuais de Nancy, que não deixou de frequentar o baile nos finais de semana em Atibaia (SP), onde mora. “Nos 40 anos que vivi junto era amarrada, prisioneira e fazia tudo do jeito dele. Hoje eu faço o que quero” desabafa. O plano dela agora é arrumar um emprego, trabalhar durante a semana e dançar a noite “que é o que eu mais gosto”.

A segunda chance é para aproveitar


Foto: Acervo pessoal

Depois de superar um câncer de pulmão, Denise adotou um ritmo de vida diferente. E o marido não companhou.

“Precisava viver algo que valesse a pena e o casamento não estava me dando isso”, conta Denise Rodrigues, 51, consultora de Recursos Humanos. Ela se separou em 2007 ao perceber que sua relação estava “uma pasmaceira só”.


   Hoje em Santos (SP), Denise na época morava em Palmas (TO) para acompanhar a carreira de juiz do marido, que passava os dias da semana no interior do estado. A distância física foi se tornando prática também: “tínhamos desejos diferentes e sexo era uma raridade”.
   A mudança no relacionamento começou principalmente depois que ela foi diagnosticada com câncer de pulmão em 2004. Após uma cirurgia e quimioterapia, foi necessária uma mudança de hábitos e as baladas foram trocadas por caminhadas e natação. “Eu tinha um ritmo. Ele passou a sair mais sozinho com os amigos pra poder fumar e beber a vontade, começou a não vir no fim de semana pra casa”, lembra Denise que hoje compete em um time de Triatlo.
   As atividades separadas se transformaram em férias separadas e então, em separação de fato. “Por mais que tenha doído, dói menos que viver aquilo”, avalia. “Bati na trave, não vim pro segundo tempo para sofrer”.


Leia mais sobre: Casamento  Separação


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Vida a Dois

Traição é sempre culpa do marido?

Homens e mulheres traem em proporções parecidas. Eles culpam a si mesmos, e elas os culpam também


  Nos primeiros capítulos de “Passione”, novela da Rede Globo, a personagem Stela, de Maitê Proença, saía pelas ruas à procura de sexo sem compromisso fora do casamento. No início da história, não havia nenhuma preocupação em tentar explicar ou justificar o fato de a personagem trair o seu marido. Com o passar do tempo, no entanto, cenas em que o companheiro de Stela a ignora, passa longe da intimidade e a trata de forma grosseira ganharam espaço. A trama agora foge da hipótese de uma mulher trair simplesmente porque quer. A culpa, cedo ou tarde, será do homem.
  O discurso sobre infidelidade de “Passione” reflete muito do que pensam os brasileiros. Quando a antropóloga Mirian Goldenberg entrevistou 1.279 homens e mulheres de classe média carioca para seu livro “Por que homens e mulheres traem?”, uma coisa ficou clara: quando os homens traem, eles atribuem a infidelidade à questões relacionadas à masculinidade; quando as mulheres traem, elas justificam apontando faltas do parceiro. Ou seja, independentemente de quem trai, a culpa sempre recai sobre o homem.

Foto: Divulgação/TV Globo

  “Uma das coisas que descobri nesses vinte anos de pesquisa é que o homem é sempre culpado. Não só porque socialmente e culturalmente ele tem uma legitimização e até incentivo da infidelidade, mas também pelo fato de as mulheres não poderem adotar o discurso da traição pelo desejo. No entanto, elas traem, e bastante, é quase empatado. Em termos de comportamento sexual – iniciação, infidelidade, número de parceiros – homens e mulheres estão muito próximos. Mas isso não se reflete no discurso, que é onde os dois se refugiam, já que a linguagem é uma forma de as pessoas se colocarem no padrão”, diz Mirian.
  Para entender melhor, vale a pena ver a lista de motivos apontados pelos entrevistados. Do universo inicial da pesquisa, 60% dos homens e 47% das mulheres disseram que já foram infiéis. O ranking de razões deles começa com “crise no casamento” e “crise pessoal”. A partir daí, seguem mais 50 justificativas, quase todas classificam a traição como uma consequência da masculinidade, por exemplo: “natureza masculina”, “essência masculina”, “genética”, “machismo” e “índole”.

  A lista delas é bem diferente. Nenhuma das razões apresentadas pelo público feminino coloca a mulher como causadora da infidelidade. Pelo contrário. O rol é aberto com “insatisfação com o parceiro” e “defeitos do parceiro”, e segue numa variação sobre o mesmo tema, em que chama a atenção uma impressionante sequência de 25 justificativas iniciadas por “falta”: “falta de comunicação”, “falta de romance”, “falta de tesão”, “falta de elogios” e até “falta de tudo”.
  “Tem um sofrimento de inadequação dos dois lados, e às vezes o do homem é maior. Se a mulher se sente mal de um lado, de outro eles não têm um discurso de vítima para referência”, explica a antropóloga. “Tem muito homem que não quer trair. Quem quer trair é o poligâmico, mas muitos não são assim”.

O que elas não dizem


  A cobrança feminina, diz a antropóloga, está diretamente ligada ao que ela chama de “miséria subjetiva” das mulheres brasileiras. Isso significa que, em nossa sociedade, “um bom marido” é visto como definidor do valor da mulher. “O marido é um capital, e você tem que conquistar seu valor sendo ‘única’. O teu valor está sob fiança do fato de você ter ou não um homem. Aqui, se você for bem-sucedida e ganhar milhões, vai ouvir 'ah, mas ela não tem filhos nem marido'", afirma Mirian.
  Com toda a expectativa do valor delas nas costas deles, é compreensível que isso acabe em frustração.   
“As mulheres têm muito esse discurso, como se ela fosse a coisa mais maravilhosa do mundo. Tem uma defasagem e uma fantasia feminina de achar que ela é a coisa mais especial que existe e que aquele cara pode completar todas as faltas. Aí ela pode se frustrar muito rápido. Você não é tão especial assim”, provoca Mirian. "É isso que gera comentários e padrões do tipo 'ai, mas se usar pochete não dá'”.

O que eles não dizem


  Com ou sem infidelidade, o mais comum é que exista um terceiro elemento na relação: o amigo. O círculo de amizades tem um peso enorme na formação da identidade masculina, inclusive na solidificação de conceitos, como a infidelidade ser ou não parte do homem. A lista de justificativas apresentadas no livro de Mirian está cheia de pistas dessa importância – além dos objetivos “pressão dos amigos” e “competição com os amigos”, os entrevistados do sexo masculino apresentaram uma série de frases feitas para justificar o comportamento extraconjugal, como “não dá para comer arroz com feijão todos os dias” e “a carne é fraca”, típicas de discursos de rodinhas de marmanjos.
  Na parte da pesquisa em que a antropóloga pergunta sobre o número de parceiras, 100% dos homens responderam que se julgavam fora da média, ou seja, que tinham tido menos mulheres do que os demais brasileiros. Nenhum entrevistado acha que é normal. Todos têm um “amigo que pegou mais mulher”. Todos.
  “Para eles, o amigo é o ponto da comparação, então eles sempre têm um amigo que é melhor que eles.  Mesmo o que diz que transou com cem mulheres tem um amigo que diz que transou com 200, e esse tem um que transou com 300”, explica Mirian. Uma curiosidade para quem sempre tem um amigo que transou mais: a média de parceiros ao longo da vida é de doze para os homens e oito para as mulheres.

Por que homens e mulheres traem?


  Não há uma resposta a essa pergunta. Mas Mirian Goldenberg conseguiu delimitar do que homens e mulheres mais reclamam em seus relacionamentos. A questão sexual, ao contrário do que muitos imaginam, não chega nem perto das maiores razões para a infidelidade. “O sexo está lá embaixo. Se o problema for esse, as pessoas se separaram. Não é por isso que as pessoas traem hoje”, acredita Mirian. Para as mulheres, o principal problema é a falta de intimidade, para os homens, é a falta de compreensão.
  “Eles não têm a menor idéia do que elas querem dizer com 'intimidade'. Ela quer ficar remoendo um problema, destrinchando, às vezes por anos. E eles têm aquela relação com os amigos de “vamos beber que passa”. É uma frase feita, mas é também um estilo de amizade diferente da amizade das mulheres. Parece mais simples, mas que funciona muito bem aqui na nossa cultura”, diz a antropóloga.
  Atrás de “intimidade e compreensão”, homens e mulheres buscam fora de casa algo que, na opinião da antropóloga, “o casamento parece que destrói e é fundamental nas relações extraconjugais: o tesão de se encontrar”. “O casamento torna as pessoas o seu pior. As pessoas se tornam grosseiras e desagradáveis umas com as outras, engordam, colocam aquela roupinha confortável e larga, o cabelo sujo. Você trabalha até as 7 horas da noite e ainda tem que chegar em casa e trabalhar para ser bom para o outro?”.
  Sem o cotidiano e outras características estruturais do casamento, as relações extraconjugais seriam o terreno onde isso nunca acontece. “É tão batalhado estar com aquela pessoa que você vai sempre o seu melhor. O único vínculo é o prazer amoroso. Pra quê eu vou ficar com um amante de cara amarrada? No casamento você encontra mil motivos para ficar”, acredita a antropóloga.
  “A solução é ficar atento para esse movimento que destrói o casamento. Cultivar a delicadeza, admiração e respeito um pelo outro. O ideal é cada um lembrar para si mesmo que sempre quis aquela outra pessoa, e que aquela é a vida que sonhou, e que portanto tem que cuidar disso. É muito difícil ter no mundo, uma pessoa que você admira, tem intimidade, respeita, te dá momentos de alegria. Já que é tão raro, tem que cuidar.”

Retirado do site:  Delas

Ganhei o lindo gif da @fada azul

                                                                            




















Terapia para a Casa - Parte I

Foto: Getty Images

Terapias para a casa I

Geobiologia, radiestesia e feng shui são algumas das opções para tornar o lar um lugar ainda melhor de estar
As alternativas para conquistar um corpo são e uma mente equilibrada nos dias de hoje são as mais numerosas possíveis. O que pouca gente lembra é que os ambientes pelos quais transitamos também influenciam em nossa qualidade de vida.
“A terapia de ambientes é uma combinação de várias técnicas para harmonizar os ambientes e favorecer as pessoas que neles circulam”, explica a arquiteta e terapeuta de ambientes, Aline Mendes.

Geobiologia


  Uma dessas técnicas é a geobiologia. Segundo Aline, que pesquisa o assunto há 11 anos, essa ciência estuda a influência do ambiente na saúde dos moradores. “Investigamos os materiais de construção que não sejam tóxicos, os pontos de telefonia que não emitam energias negativas, as falhas subterrâneas e os veios d’água que possam ser prejudiciais à saúde.”
  De acordo com ela, essas influências podem ser maiores do que se imagina. “Pesquisas científicas comprovam que tudo isso influencia no potencial iônico e faz com que a gente libere radicais livres - moléculas que, em número abundante, aceleram o processo de envelhecimento”, explica.
  Para explicar como a geobiologia funciona, Aline Mendes dá um exemplo: “se eu identificar que debaixo da cama está passando um veio de água que vai influenciar na saúde, eu mudo a cama de lugar ou coloco de baixo do colchão uma folha de cortiça ou feltro para neutralizar o efeito”.

Radiestesia




  Para identificar essas influências negativas no ambiente de trabalho ou mesmo em casa, uma das técnicas que pode ser utilizada é a radiestesia, terapia que identifica as energias do ambiente por meio de aparelhos que captam a vibração.
  A terapeuta Silvana Berti, que trabalha na área há 10 anos, explica que, de acordo com a radiestesia, todo objeto tem uma vibração, ou seja, emite uma onda. “Quando as ondas de algum objeto não estão sendo medidas ou estão diferentes do normal, ele está fora de freqüência, o que não é bom para quem vive ali”.     Essa alteração no padrão das ondas de um objeto é medida através da régua de Bovis.
  Além desse instrumento, a radiestesia também utiliza alguns outros aparelhos para medir a freqüência de objetos e localizar rios subterrâneos ou redes de campos terrestres que influenciam as ondas.
  Um deles é o pêndulo, objeto conhecido desde os tempos do faraó egípcio Tutancâmon para achar água.

“O pêndulo é um instrumento muito versátil, que uso tanto para medir a mudança na freqüência, como para detectar rios subterrâneos”, explica Silvana.

  Outro item utilizado pela radiestesia para localizar veios de água e campos magnéticos são as varetas chamadas de dual road ou forquilha. Multímetros e bússolas fecham a lista.
  A análise é feita inicialmente à distância, buscando os aspectos vibracionais do terreno. “Nossa preocupação são os lugares de longa estada, como cama, sofá, escrivaninha”, explica Silvana Berti.
  Entre os itens que interferem negativamente estão o carpete, que é um material sintético e que, consequentemente, gera eletricidade estática; além dos aparelhos eletrônicos, como televisão, computador e celular. Para equilibrar as energias é importante ter por perto elementos de fibra natural. “Quanto mais, melhor”, afirma Silvana.



Feng Shui

  Uma terapia bastante popularizada no Brasil é o Feng Shui, “arte milenar chinesa que nos ajuda a equilibrar as energias naturais de um espaço e mostra como as energias das oito direções do céu (Norte, Sul, Leste, Oeste, Nordeste, Sudoeste, Noroeste, Sudeste) influenciam a Terra e todas as criaturas”, explica a arquiteta e diretora do Instituto Brasileiro de Feng Shui, Maria Teresa Saldanha.
  De acordo com a arquiteta e terapeuta Aline Mendes, para fazer o estudo da casa duas informações são imprescindíveis, a data de construção do edifício e a direção dele em relação ao Norte. Daí o uso da bússola ser fundamental.
  Esse levantamento é somado ao conceito oriental de yin e yang. “Se um ambiente for mais favorável a ‘yin’, uso móveis grandes, para estabilizar a energia”, explica Aline. “Se for ‘yang’, vou deixar o espaço mais livre, com as janelas abertas.”

  “A terapia de ambientes é uma combinação de várias técnicas para harmonizar os ambientes e favorecer as pessoas que neles circulam”, explica a arquiteta e terapeuta de ambientes, Aline Mendes.




24 de mai de 2010

Presentinhos para você!




Disponibilizo,com todo carinho, algumas revistas minhas que estão no 4shared.
Beijocas...


Barradinhos em Croche - Ano 3 - Nº 37





Barrados com flores Ano 1 - Nº 2




Decoração em Crochê Ano 3 - Nº 11



Tabela de equivalência


 O sucesso de uma receita depende muito das medidas usadas.
 Para isso, é necessário uma balança, chávenas, colheres e medidores, desde que observada a tabela de equivalência.
 Mas se não tiver balança, utilize as medidas sem balança, relacionadas abaixo, sendo o seu valor, aproximado, naturalmente: 



Líquidos


1 litro -------------------4 copos --------------------------- 1.000 ml

1 chávena -------------16 colheres de sopa----------------- 0.240 ml

1 colher de sopa --------3 colheres de chá ------------------0.015 ml

1 colher chá -------------1/3 colher de sopa -----------------0.005 ml

1 colher de sobremesa --------------------------------------- 0,007 ml

1 colher de café ---------------------------------------------- 0,002 ml

1 copo de qualquer líquido ------------------------------------250 g



Óleo

1 colher de chá -------------------------------------------------5 g

1 colher de sopa -----------------------------------------------15 g

1 chávena -----------------------------------------------------160 g



Sólidos

Medidas de colheres:

Açucar » 1 colher de sopa -------------------------------------------------15 g

Chocolate em pó » 1 colher de sopa--------------------------------------- 10 g

Manteiga » 1 colher de chá --------------------------------------------------5 g

Manteiga » 1 colher de sopa ------------------------------------------------15 g

Fermento » 1 colher de chá (rasa) --------------------------------------------5 g


Ovos » 1 unidade---------------------------------------- 50 g


Para 1 chávena de chá:

Ingredientes:                                                                         Peso
Açúcar-------------------------------------------------------------- 160 g
Arroz cru ------------------------------------------------------------210 g
Amêndoas, nozes, castanhas -----------------------------------------140 g
Banha ----------------------------------------------------------------230 g
Chocolate em pó------------------------------------------------------ 90 g
Coco seco ralado----------------------------------------------------- 80 g
Farinha de Milho----------------------------------------------------- 150 g
Farinha de trigo------------------------------------------------------- 120 g
Maizena --------------------------------------------------------------150 g
Manteiga --------------------------------------------------------------230 g
Queijo ralado----------------------------------------------------------- 80 g
Uva passa------------------------------------------------------------- 140 g

24 de abr de 2010

Depois de algum tempo

Depois de Algum Tempo



Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante com a graça de um adulto, e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vôo.

Depois de um tempo, você aprende que até o sol queima se você ficar exposto por muito tempo.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar...

Que realmente é forte e que realmente tem valor...